Iniciamos esta sexta-feira conversando com a presidente do Chile, Michelle Bachelet, no Espaço VIP de Mídia Social da ONU. A líder chilena falou sobre empoderamento feminino, mudança climática e também sobre mediação de conflito.

Ela foi indicada pelo secretário da ONU, António Guterres, para servir como conselheira de um grupo de alto-nível para ajudar a resolver conflitos.

Bachelet afirmou que usará sua experiência como ministra e presidente para conversar com as partes em disputa. A ideia é encontrar um ponto em comum entre elas e chegar a um acordo.

Ainda no Espaço de Mídia Social, estiveram os ministros do Exterior da Arábia Saudita, da Tanzânia, entre outros, como também a nova chefe da Comunicação Global da ONU, Alison Smale, e a chefe da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka. Mlambo-Ngcuka falou sobre uma iniciativa das Nações Unidas e da União Europeia para acabar com a violência a mulheres e meninas.

Neste quarto dia dos debates da 72ª sessão da Assembleia Geral, foi a vez de mais um país lusófono discursar na tribuna da ONU: Cabo Verde. O primeiro-ministro, José Ulisses Correia e Silva, se mostrou preocupado com os conflitos internacionais. Ele citou também “atentados terroristas, as ações do crime organizado no tráfico de drogas, humano, de armas e na pirataria.

O primeiro-ministro cabo-verdiano disse ainda que para os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, a rápida implementação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas é uma prioridade.

Angola, Moçambique e Timor-Leste são os três últimos países lusófonos a discursar na Assembleia Geral. Os pronunciamentos estão marcados para a manhã de segunda-feira.

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